Sunday, December 30, 2018

10 Places: Sedona, AZ


Desde que me deparei com as primeiras fotos de Sedona me apaixonei! Ainda bem que eu insisti para fazermos essa viagem, porque ela foi tão incrível que já estamos com vontade de voltar. É um lugar mágico, com uma energia muito maravilhosa! Voamos para Phoenix e de lá dirigimos cerca de 2 horas (a estrada era perfeita!) até Sedona. Logo que você se aproxima da cidade já avista as formações de Red Rocks que são características da cidade e que servem de pano de fundo para todas as aventuras! Antes que me perguntem: a melhor época para se visitar Sedona é o outono, pois as temperaturas são mais amenas e não é tão cheio. Vamos ao top 10?!?
  1. Butters Pancakes & Coffee: antes de pegarmos a estrada para Sedona, estávamos com fome e fomos até esse restaurante que fica em Scottsdale e ficava no caminho para o nosso destino final. Esse lugar é especializado em café da manhã e vou arriscar dizer que foi uma das melhores panquecas que já comi: a massa era mega levada e mesmo depois de comer um pratão de ovo mexido, bacon e hash browns, eu ainda mandei as duas panquecas! 
  2. Red Rock Scenic Byway (State Route 179): quando nos aproximamos de Sedona, tomei o cuidado de ignorar o Waze e pegar a State Route 179, ela é um pouco mais demorada, mas é uma estradinha linda com uma vista inigualável e que é um presente para a sua chegada na cidade! 
  3. Enchantment Resort: ficamos nesse hotel maravilhoso que fica dentro do Boynton Canyon e está rodeado por Red Rocks. O hotel tem chalés que se espalham por um espaço mega bem cuidado. Ele conta com 2 restaurantes muito bons: o Che Ah Chi, que é mais chic e faz uma releitura da culinária local, e o Tii Gavo, que é um restaurante mexicano. Além disso eles têm um outro Hotel/Spa de primeira linha anexo ao hotel que se chama Mi Amo (os hóspedes do Enchantment tem acesso a todos os serviços e dependências do Mi Amo). Por sinal amamos o restaurante do Mi Amo para o café da manhã e almoço! Para completar o hotel tem também quadras de tênis, uma extensa lista de atividades diárias (vou voltar nesse assunto logo mais), e também um campo de golf anexo que se chama Seven Canyons
  4. Trails e Hiking: não sou uma pessoa muito da natureza, adoro um ambiente urbano, mas amei o desafio de fazer hikings diários pois essa é a melhor forma de se conhecer Sedona e apreciar a beleza natural da cidade, que é rodeada por milhas e mais milhas de trilhas incríveis. Fizemos muitas trilhas quando estávamos lá e amamos! O hotel oferece passeios guisados diários para as trilhas e foi maravilhoso pois todos os guias são hiper preparados (todos eram formados em geologia) e foram essências para conseguirmos entender a paisagem e a energia do local! As trilhas que mais amamos foi a Mescal e a Teacup! Mas confesso que são tantas as opções que você leva uma vida para explorar tudo o que Sedona oferece. 
  5. Vortex: Se tem uma palavra que você vai ouvir muito em Sedona é essa!  Basicamente a cidade conta com esses locais que tem uma energia muito forte e que são pontos de peregrinação aonde as pessoas vão para sentir a mágica. Você vai ver pessoas meditando, fazendo yoga, rezando e etc nesses locais. Cada um sente de uma maneira, eu senti uma paz imensa e acredito que apesar da cidade ter oficialmente 4 vortexes catalogados, existem muitos outros pontos nas trilhas (aonde você vai avistar árvores de troncos retorcidos que são típicas em pontos de vortex) aonde você vai sentir a energia. 
  6. Stargazing Tour: a cidade tem o título oficial de “Dark Sky”, que é dado a cidades que minimizam a iluminação noturna para não afetar o meio-ambiente e preservar o céu noturno. Ou seja: você consegue avistar um número absurdo de estrelas, principalmente se estiver lá em noites de lua nova (pois o céu vai estar ainda mais escuro). Fizemos um tour muito legal com astrônomos locais para avistar as estrelas. Foi o máximo, além de aprendermos muito sobre as estrelas, eles tinham um telescópio para podermos ver o céu em ainda mais detalhe. Ahhhhh, foi a primeira vez que consegui avistar a Via Láctea no meio do céu! Foi lindo! Importante: como fomos no final do outono, estava um mega frio (ao redor de zero durante a noite) e esse é um passeio que você fica 2 horas ao relento! Então não esqueça de se vestir adequadamente para a época que estiver visitando e pode ser mega frio. 
  7. Dinner: vocês sabem que amo um bom restaurante e Sedona não deixou a desejar! Visitamos o Cress on Oak Creek, que fica dentro do hotel L’Auberge, e foi um jantar hiper especial! Além disso, uma recomendação que tivemos muito boa foi o Elote Cafe, que é um restaurante mexicano hiper premiado (ele não aceita reservas, e a fila costuma ser de 1 hora, mas vale a espera). Outra recomendação que tivemos foi o Mariposa, que é um restaurante que tem uma vista especial da cidade: o ideal é visita-lo ao redor do final da tarde pois o por do sol é lindo (vá pela vista, a comida não é brilhante, mas é gostosa). 
  8. Locais especiais: existem dois locais religiosos em Sedona que são únicos e hiper especiais, a Chapel of The Holy Cross (que é uma capela construída no meio das Red Rocks e tem uma arquitetura super interessante) e o Amitabha Stuba and Peace Park (que é um templo budista que também fica num local especial de Sedona e que é um local de extrema paz). Aliás próximo ao tempo budista tinha também uma Medicine Wheel e amei conhecer: elas são círculos cerimoniais de pedras utilizados pelos nativos americanos para curar e meditar. 
  9. Jerome: essa cidade fica a 30 minutos de Sedona, no alto de uma montanha, literalmente pendurada ali quase que flutuando. A cidade é hiper charmosa e pode ser um bom passeio. Fomos almoçar lá num dos dias e comemos no Haunted Hamburger, que é um restaurante famoso na cidade, que fica num prédio que dizem ser mal assombrado. Independente dos fantasmas, o burger é maravilhoso! Valeu a viagem até lá!
  10. Grand Canyon: para fechar com chave de ouro visitamos o Grand Canyon que fica a 2 horas de Sedona. As estradas até lá são muito boas também, o que faz a viagem ser ainda mais agradável. Foi muito muito especial e recomendo demais! A primeira dica é comprar o passe para entrar no parque com antecedência no próprio site deles, pois ajuda a economizar um pouco de tempo na entrada do parque. Lembre-se que esse é um dos Patrimônios da Humanidade da UNESCO, e o parque é um dos mais populares dos Estados Unidos, então o ideal é evitar feriados e finais de semana pois ele vai estar bastante lotado. Assim como em outros locais da região, o verão é escaldante, então visitá-la na meia estação é o ideal. Pesquise antes de visitar o parque pois existem muitas formas de se apreciar a vista, desde de a Rim Trail (que fica na beira do precipício e é asfaltada e é super plana e amigável para crianças, idosos e cadeirantes) até a Bright Angel Trail (que é uma trilha difícil, que desce pelo precipício, abraçando o Canyon e que na minha opinião não é adequada para crianças pequenas). Além disso existem Vista Points que tem mirantes em pontos diferentes do parque, alguns são acessíveis apenas via o serviço de shuttles (que são de graça dentro do parque) e outros são acessíveis aos carros de passeio. Dependendo do passeio que optar, vá preparado, principalmente se for enfrentar o desafio da Bright Angel: leve água, lanchinhos e etc. O parque tem um site hiper completo que conta com uma descrição detalhada das trilhas e possibilidades, então mergulhe no site antes de visitar o Grand Canyon. Depois que fizemos um pedaço da Bright Angel Trail, decidimos conhecer o El Tovar, que é o único hotel que fica literalmente na beira do Canyon. O hotel tem mais de 100 anos e tem uma arquitetura super interessante, almoçamos lá e foi uma experiência legal. 

10 Places: Washington, DC


A gente finalmente visitou Washington, DC e amou! Morando nos Estados Unidos há algum tempo, já estava na hora de conhecer a capital do país. A cidade fica bem próxima de NYC e se não pegar trânsito são mais ou menos 3 horas de estrada. (Dá para ir de trem também e é bem pratico!). DC é uma cidade em que você consegue fazer muita coisa de Uber e à pé, então você não precisará de um carro próprio lá. Antes que me perguntem já aviso que a melhor época para visitar é na Primavera, especialmente se der a sorte de ver as Cherry Blossoms no National Mall. 

Nós ficamos no hotel Kimpton Palomar, que é uma cadeia que gostamos muito. Gostamos demais da localização do hotel que fica num bairro delicioso e super central que se chama Dupont Circle. Segue um short list dos lugares que mais gostamos de conhecer:
  1. Dinner: demos muita sorte com as indicações que tivemos e fomos em dois restaurante maravilhosos. O The Dabney foi sem dúvida a melhor experiência gastronômica que tivemos esse ano e sonho em voltar para DC só para ir lá de novo! A comida estava absolutamente divina, o atendimento foi perfeito, e o ambiente é lindo! Como não tínhamos reserva (ps: aconselho muito fazerem uma reserva com antecedência) acabamos esperando algumas horas e valeu demais! Outro restaurante que também foi muito maravilhoso e que gostamos demais foi o Tail Up Goat, não deixem de ir e vale demais! 
  2. Brunch: tomamos um Brunch no Iron Gate e amamos! O jardim é simplesmente um charme e foi uma delicia e super romântico. Além disso tivemos uma dica boa do Le Diplomate, que é uma típica Brasserie francesa muito gostosa. 
  3. Tours: eu sempre recomendo demais os tours do “Free tours by Foot”. O nome diz tudo, os tours são de graça, mas você tem que fazer a reserva prévia pelo site deles. Ao final do tour, as pessoas no geral gratificam o guia com o valor que acharem justo, no geral deixamos algo entre $25-$50 por pessoa dependendo de quão longo e de quanto gostamos do tour. Escolhemos o tour chamado “The National Mall” e foi muito bom pois visitamos todos os monumentos que ficam ao longo do Mall e conhecemos milhões de histórias e detalhes que não teríamos observado se o guia não tivesse nos contado! Foi demais! (Ps: eles têm vários outros roteiros de tour e gostaríamos de ter tido mais tempo para fazer outros). Uma dica muito boa que tivemos e que acho que vale passar adiante é visitar o Lincoln Memorial à noite: tínhamos conhecido ele de dia durante o tour, mas ele fica hiper lotado. Então voltamos lá para conhecer ele de noite (detalhe: ele não fecha...) e vale demais pois você consegue ter uma ideia da grandiosidade daquele monumento com menos pessoas e também observar a vista para o National Mall à noite. 
  4. Museus: se tem uma coisa que faz a viagem valer demais são os museus maravilhosos que DC tem! Vou começar pelos museus do Smithsonian que são maravilhosos. O grupo é composto por 19 Museus e Galerias, sem que 11 deles ficam no National Mall e todos são de graça, ou seja, não tem desculpa para não visita-los! É muito difícil conseguir visitar todos em uma só viagem, mas vou falar dos 3 que visitamos e mais gostamos: a National Portrait Gallery (é maravilhosa, tem retratos incríveis, incluindo o famoso retrato do Presidente Obama), Air and Space Museum (super interessante principalmente se você gosta das viagens espaciais e é muito incrível para ir com crianças) e amei também a National Gallery of Art Sculpture Garden porque amo esculturas e lá você encontra algumas lindas! Outro museu que gostaria de ter tempo e também faz parte do Smithsonian é o Hirshhorn, que é focado em Arte Contemporânea. Outro museu que tem um acervo incrível (esse não é um museu Smithsonian, mas vale demais a visita) é o Phillips Collection que foca em Arte Moderna. 
  5. Library of Congress: além de todos os monumentos que visitamos, amamos passar pela biblioteca do congresso. Ela é incrível e muito linda. É a instituição federal mais antiga dos Estados Unidos e a segunda maior biblioteca do mundo em números de itens catalogados. Indico muito se programar para pegar um dos guided tours que são oferecidos e também são de graça. 
  6. Arlington National Cemetery: é realmente super emocionante visitá-la e é nele que o presidente Kennedy e sua viúva Jackie estão enterrados. O cemitério é controlado pelo exército e é nele em que os heróis de guerra estão enterrados. Existem também tours do cemitério e se tiverem a chance vale a pena para saber mais sobre a história desse local.
  7. Georgetown: esse bairro hiper charmoso da capital é lotado de lojinhas e restaurantes legais. Vá com tempo para passear e se perder por lá. É muito lindinho! Não tivemos tanto tempo quanto gostaríamos, mas tomamos um café da manhã no Kafe Leopold e amamos!
  8. DC Classics: se tem duas coisas que você tem que fazer em DC é comer um donut no Astro Doughtnuts and Fried Chicken (fica a poucos quarteirões da Casa Branca e é maravilhoso!) e também visitar o Ben’s Chili Bowl original que fica na 1213 U Street NW (o Presidente Obama visitou essa unidade e a mesa tem uma plaquinha indicando aonde ele sentou)!
  9. Loja que amei: não entramos em muitas lojinhas mas vou deixar a referência aqui de uma que amamos demais, a Salt & Sundry que fica em Dupont Circle. É uma loja de decoração e coisas para casa muito charmosa e que vale a visita! 
  10. E para finalizar alguns bares legais para um drink... amamos o speakeasy The Gibson. Outra dica boa é o bar do nosso restaurante preferido, ele se chama The Dabney Cellar e fica próximo ao restaurante. 

10 Places: Whistler, Canada


A gente ama esquiar e depois de termos que cancelar uma viagem ultra mega planejada para Lake Tahoe, na Califórnia, acabamos decidindo ir de última hora para Whistler no Canadá! Tínhamos um grupo grande de amigos muito queridos que iam estar na cidade e invadimos a viagem deles!!! Foi simplesmente fantástico e vou aqui dar a dica dos lugares que amamos!

1. Whistler/Blackcomb: a coisa mais maravilhosa dessa estação de esqui é que ela é composta por 2 montanhas enormes que têm desafios para todas as habilidades! Seja você iniciante ou profissional pode ter certeza que vai encontrar sua turma aqui. Outra grande vantagem é que as temperaturas são mais amenas que em outros lugares do Canadá: muita gente não sabe disso, mas as temperaturas aqui no inverno costumam estar entre 0° e -5°C, perfeito para esquiar. Vai ser difícil de parar com os elogios... Amei como todos na montanha são super “friendly”, amei que existem muitas opções de alimentação na montanha que fogem da fórmula americana burger ou pizza, também gostei muito da estrutura dos lifts que é de primeira (ps: eles estão fazendo um super investimento em uma gôndola nova em Blackcomb que vai ser incrível!). Antes de visitar, não deixe de checar o site deles... Eles tem muitas promoções e combos de lift tickets, aulas e aluguel de equipamento. Vou falar sobre as aulas no próximo ponto porque esse tema merece mais atenção... 

2. Max 4 Classes: a escola de Ski de Whistler/Blackcomb é simplesmente fantástica! Tanto para quem quer aprender do zero até para quem quer aprimorar a técnica eles têm uma modalidade de aulas que se chama Max 4: o nome diz tudo, as aulas são dadas em grupos de no máximo 4 pessoas! É o número perfeito para se ter a atenção do professor e ao mesmo tempo não pagar o preço excessivo das aulas particulares. Diria que ainda existe uma vantagem sobre as aulas particulares, pois sou da opinião que um grupo bem escolhido leva a uma evolução do grupo como um todo, todos se ajudando. Fiz 5 dias de aulas, full time, das 9:30am até as 3pm, com uma parada curta para o almoço. E evolui de uma maneira que nunca imaginei. Os grupos são divididos por nível, que vai de 1 (iniciantes) até 6 (experts que descem Off-Piste). Eu subi de nível no meio da semana, do grupo 3 para o 4, e em todos os dias me senti hiper desafiada. Foi fantástico! Recomendo muitíssimo!

3. Bar Oso: sem dúvida alguma o melhor Après Ski da cidade! Os drinks são maravilhosos, em especial o Oso Sour que é divino! A comida também é muito muito boa! Morro de saudades desse lugar.

4. Sachi Sushi: para quem ama um Sushi, esse restaurante é uma delicia! Aliás foi tão bom que acabamos indo lá duas vezes! 

5. Rimrock Cafe: um pouco distante da Whistler Village, mas vale a viagem! O restaurante tem um espírito de chalé na montanha e a comida é sensacional! 

6. Blenz Coffee: tenho sempre desejo de tomar um bom chocolate quente depois do ski e o Blenz Café tem um maravilhoso! Virou nosso point para recarregar as energias!

7. Purebread: essa Bakery é fantástica e fica bem no centro da Whistler Village! Perfeita para um café da manhã caprichado.

8. Araxi Restaurant: esse é o restaurante mais “fancy” de Whistler, perfeito para uma noite especial. 

9. Whistler Village: além de todas as dicas de restaurantes que passei, a vila de Whistler é muito boa e cheia de lojas. É gostoso passear por lá depois de um dia inteiro na montanha, e você vai encontrar tudo o que precisa por lá. Por isso que gostamos de ficar próximos à vila pois dá para fazer praticamente tudo a pé. 

10. Whistler Connection: por último, como estávamos em apenas 2 pessoas e nosso hotel era super central, chegamos à conclusão de que não precisaríamos de um carro. Acabamos contratando um serviço de translado perfeito que sai do aeroporto de Vancouver e te leva até o seu hotel. Foi muito prático e gostamos muito. 


Hotéis: pelo preço e a nosso planejamento de última hora acabou limitando bastante aonde poderíamos ficar. Acabamos escolhendo o Avra  pelo preço e proximidade da Vila de Whistler. É um hotel simples, sem muita frescura, mas relativamente novo e com o conforto necessário para descansar após um dia inteiro na montanha. O melhor de tudo foi poder fazer quase tudo a pé! Para quem se planejar mais do que a gente, as melhores opções são obviamente o Fairmont e o Four Seasons. Além deles que são luxo absoluto, tem muitas outras redes de hotéis na cidade. 

Tuesday, May 29, 2018

10 Places: Hudson, NY

O amor por Hudson é tão enorme que acho que meu coração bate até mais rápido quando penso nela! Visitamos essa cidadezinha mega charmosa em Upstate New York no último outono e foi um final de semana mágico! Dá para explorar a cidade em um final de semana, ela é repleta de hotéis charmosos, lojas de antiguidade e restaurantes delicia! Recomendo bastante! Ela fica cerca de 2 horas de NYC de carro, mas dá para visitá-la de trem também.



1. WM Farmer and Sons Hotel: ficamos hospedados nesse hotel mega charmoso e saímos de lá apaixonados pela vibe do local! Cada suite é única, a nossa contava com uma lareira (o que foi providencial no final de semana gelado em que estivemos lá!) e era linda! Cada item de decoração foi escolhido a dedo. O restaurante do hotel também é delicioso e está sempre lotado e animado! Não deixem de checar, o menu é maravilhoso!

2. Rivertown Lodge: outro hotel super novo e diferente, ele fica no local do antigo cinema da cidade e ficou muito lindo também. Visitamos o restaurante dele que fica adjacente à recepção e comemos um café da manhã maravilhoso... Não deixe de pedir a Dutch Baby Pancake!!!

3. 2 Note Botanical Perfumery: essa perfumaria é fantástica! Eu conheci o produto deles no nosso hotel e me apaixonei! Todos os produtos são feitos lá e os aromas e essências que eles usam são muito muito bons! 

4. Hawkins New York: essa loja de coisas para casa é um sonho! Atenção para as louças lindas que eles fizeram em Portugal e que são lindas e hiper estilosas. Além disso tem itens como roupa de cama, itens de cozinha e etc. Com uma pegada minimalista... Um sonho de loja! 

5. Fish and Game: esse é o restaurante mais badalado da cidade, a comida é simplesmente fantástica e o local lindo. Aliás essa é uma característica de tudo o que tem em Hudson: os arquitetos e comerciantes respeitam muito a arquitetura da cidade e muitos dos lugares ficam em casas que foram restauradas. 

6. Talbott and Arding Cheese and Provision: essa loja de queijos e afins é o máximo! Em um dos dias ao invés de almoçar num restaurante fomos lá e compramos queijos, uma Shepards Pie, e umas outras coisitas e nos esbaldamos! Se visitar a cidade nos meses mais quentes, é um ótimo lugar para abastecer a sua cesta de picnic!

7.  Moto Coffee/Machine: vocês sabem que eu não vivo sem um bom café e adoramos esse café! Aliás não sei se descrevo esse lugar como uma cafeteria que tem uma loja de motos ou uma loja de motos que tem uma cafeteria... enfim vale a visita!

8. The Spotty Dog: esse é mais um lugar que prova que muitas das lojas de Hudson não são exatamente o que parecem! Essa livraria guarda em seu interior uma Cervejaria! Fantástica por sinal!

9. Valley Variety: essa é outra loja que eu poderia passar uma vida explorando! Aliás é meu tipo de loja favorito: combina coisas de casa e cozinha, tudo com bossa... Começo a ver utilidade em tudo o que tem na loja e quase enlouqueço! 

10. Warren Street: essa é a rua principal da cidade! Tudo acontece por aqui, praticamente todas as lojas estão nela! Se você gosta de antiquários você vai enlouquecer! Tem um mais incrível que o outro... O problema são os preços que doem, mas a alma sai carregada de inspiração! Sim, entre em cada lojinha... vai ser uma surpresa atrás da outra... 

10 Places: Los Angeles

Depois de um hiato que só vou nomear como pura preguiça, já era tempo de eu terminar os posts da nossa Road Trip pela Califórnia. Acho que a preguiça falou alto porque eu não amei Los Angeles...  Mas apesar de não amar, a gente visitou alguns lugares que adoraria voltar! (Lembrando que antes de chegar a LA a gente passou pelo Big Sur, e foi tão absurdo de maravilhoso, que seria muito difícil de bater esse sentimento!).  A nossa parada em LA foi super rápida, pois tínhamos um casamento na cidade, então não tivemos muito tempo para explorar Venice e Santa Monica... O fato é que vamos ter que voltar! Sei que existem mil outras coisas para se ver na Cidade dos Anjos, mas aqui vão as 10 coisas que guardamos na memória nessa viagem!



1. Stahl House: tenho paixão por arquitetura e tinha muita muita vontade de conhecer a Stahl House! É uma casa da década de 60, de linhas modernistas e projetada pelo arquiteto Pierre Koenig e que fica em um terreno com vista deslumbrante acima do Sunset Bouleverd. Ela abre a visitação quando a família não está por lá (a família Stahl até hoje passa temporadas na casa) e recomendo demais. Porém preste atenção: para visitá-la você tem que comprar ingressos antes, eles não aceitam visitantes que não tenho reservado anteriormente pelo site. Não adianta aparecer lá do nada! Outro ponto importante: eles não aceitam crianças menores de 10 anos. Para mais informações sobre reservas e visitação visite o link acima.

2. Malibu Pier: amamos parar para tomar um café da manhã no Malibu Pier quando estávamos chegando do Big Sur! Tem uma vista linda para Malibu e o restaurante que fica no pier é divino, chama-se Malibu Farm Cafe, tem um monte de opções saudáveis no menu e fica lá na pontinha do pier! Ele tem um mezanino ao ar livre que é muito delicia em um dia bonito. Além disso, na frente do Cafe, tem uma lojinha que amamos (um pouco cara...), mas cheia de coisinhas legais! A loja chama-se The Ranch at the Pier. 

3. The Getty Villa esse museu é lindo e é um projeto do magnata do petróleo J. Paul Getty, que queria poder dividir com o mundo a arte. Ele investiu milhões para construir a The Getty Villa para exibir sua coleção de  antiguidades Gregas, Etruscas e Romanas. O museu é de graça, mas você precisa reservar os tickets antes de chegar ao local (visite o link acima). A minha dica é checar o balcão de informações, eles têm tours que acontecem durante todo o dia, com guias certificados. Os tours também são de graça e recomendo demais! Além da Villa, existe também o The Getty Center, não visitamos dessa vez mas dizem ser fantástico. 

4. Griffith Observatory que lugar lindo!!! Eu amo planetários e observatórios, então tinha certeza que ia amar visitá-lo! Nós decidimos ir no final do dia para ver o pôr do sol, mas obviamente não fomos os únicos com essa idéia: foi maravilhoso e se fosse fazer uma coisa de diferente seria sair com um pouco mais te antecedência, pois você pegamos um bom trânsito para chegar ao topo e quase perdemos o pôr do sol. A vista é fenomenal! Vá sem pressa para poder aproveitar o observatório e planetário... e de sobra, se ficar até a noite cair, poderá ver as estrelas pelo super telescópio que tem no topo! Importante: não vá de carro, é impossível de parar por lá. Mas tem um outro porém, o sinal de celular lá é horrível, então é um pouco mais chatinho para se pedir um Uber ou táxi. Conseguimos pedir um uber depois de um tempo, mas eles têm também um serviço de ônibus que aconselho demais... Detalhes no site deles acima...

5. Alfred Coffee: nada como um bom café! Acabamos aqui por acaso, depois de um Brunch meia boca, bateu um desespero por um café decente. Graças ao Google achamos o Alfred e cai de amores pela rede! E isso me leva a próxima dica... 

6. Melrose Place: que rua mais charmosa! Acabamos nela por causa do Alfred Coffe... Bem no estilo “but first coffee”, entramos no Alfred para tomar um café e só depois nos tocamos do charme da Melrose Place... Além de servir de palco para aquela série de mesmo nome dos anos 90, a rua é cheia de lojas incríveis! As minhas favoritas: Violet Grey (loja de produtos de beleza), The Apartment by The Line (loja conceito que imita um apartamento aonde absolutamente tudo está a venda), Mansur Gavriel (loja de sapatos e bolsas minimalistas). 

7. As palmeiras de Berverly Hills: amo passear por Berverly e sempre caio de amores pelas ruas charmosas com palmeiras gigantes de ambos os lados! Tive a sorte que nosso hotel era pertinho de uma dessas ruas lindas... Para quem quiser aquela foto tipica de LA: amo a esquina da S Palm Drive com a Charleville Blvd. 

8. In-N-Out: não dá para visitar a cidade dos anjos sem se esbaldar com um burger do In-N-Out! Sério... Nem pensa no regime e viva o junk food!

9. Four Seasons Berverly Hills: existem mil opções de hotéis incríveis na cidade, mas acabamos optando pela praticidade de ficar no hotel aonde o casamento que tínhamos ia acontecer. Nunca tinha ficado em um Four Seasons e foi demais ter ficado em um hotel luxuoso! Sem contar que a localização dele foi ótima para o que pretendíamos visitar na cidade. 

10. Restaurantes: adoraria ter tido mais tempo para provar esses restaurantes que me passaram... Mas com o casamento acabou não dando! Segue a listinha de qualquer forma: Trois Mec , Petit Trois , Osteria MozzaMercadoLucquesQ SushiFishing with Dynamite

Saturday, January 20, 2018

Wanderlust for Big Sur


Sempre quis usar essa palavra e o Big Sur me deu licença poética para falar do que é “wanderlust”! Essa palavra não tem um sinônimo perfeito na língua portuguesa e a tradução mais próxima é “o desejo irrepreensível de viajar”! Não é profundo?!? Me encontrei nesse estado de espírito assim que finquei o pé na Califórnia! Um desejo de conhecer tudo, de ficar mais, de não voltar, de me aventurar... Eita viagem deliciosa!

O Big Sur é uma região da Costa da Califórnia que fica entre San Francisco e Los Angeles. É uma das grandes aventuras americanas, uma estrada repleta de curvas sinuosas e de paisagens de tirar o fôlego! É uma das “road trips” mais famosas da Califórnia e posso dizer que é uma região mágica mesmo! Levamos 3 dias para cruzar o Big Sur, com direito a muitas paradas e 3 noites deliciosas em diferentes partes da região. Diria que para explorar a região com mais calma, o ideal é fazer em 5 dias, mas com 3 dias dá para conhecer bastante coisa.

Quando começamos a programar a viagem eu peguei um mapa e dividi esse pedaço da nossa “road trip” em 3 grandes trechos:

1) De San Fran até Carmel/Monterey
2) O Big Sur de fato (trecho da Highway 1 que vai de Carmel até Cambria)
3) E para finalizar de Cambria até Morro Bay

Para quem está se programando para visitar a região nos próximos meses atenção: um trecho muito importante da Highway 1 está bloqueado por completo devido à queda de uma barreira, num lugar que se chama Ragged Point. Aconselho acompanhar a condição das estradas no site da Caltrans (nesse link aqui também tem um mapa bastante util) para programar a viagem e a sua rota. A queda de barreiras no pedaço conhecido oficialmente como Big Sur é relativamente comum, mas essa barreira foi um ponto fora da curva: a barreira caiu em Março de 2017 e o trecho vai ficar fechado até pelo menos Junho de 2018. Isso significa que hoje é impossível cruzar o Big Sur na totalidade. O que fizemos foi conhecer tudo o que queríamos até o Ragged Point, para então dar meia volta e seguir pela Highway 101 para dar a volta por trás do Big Sur (zero charme.... é uma Highway no meio de um vale, quase que um deserto). E depois pegamos a Route 46 para chegar até Cambria. Se tiver um dia a mais para aproveitar aconselho tirar proveito desse desvio e conhecer a região de Paso Robles, que é repleta de vinícolas fantásticas!

Bom tirando esse papo de desvios e estradas fechadas, vamos ao que interessa: as dicas! Vou falar brevemente sobre tudo o que vimos em cada um dos dias! Importante: dirija devagar! Digo isso porque a estrada é repleta de pontos de interesse e pequenos mirantes, principalmente no Big Sur! Então dirigir com atenção e sem pressa ajuda a conhecer melhor! Se prepare para ficar sem fôlego ao parar em alguns dos mirantes!

Dia 3:

Half Moon Bay & Maverick: se você gosta de surf certamente já ouviu sobre Maverick, praia de ondas gigantes! As ondas gigantes são um fenômeno comum no inverno, que não foi a época em que estávamos lá. Mas paramos ainda assim e a praia é um lugar meio surreal, escondida num parque logo antes de Half Moon Bay. Adorei conhecer e ver o mar sereno num lugar aonde no geral ele é extremamente revolto!

Santa Cruz: muito engraçado, porque muitas pessoas tinham me falado que Santa Cruz é o máximo e que o calçadão que conta com um daqueles parques de diversão à beira do mar é hiper divertido. No entanto chegamos em Santa Cruz no Outono e a cidade estava meio morta. Aproveitamos para parar para almoçar um lugar chamado The Picnic Basket e foi gostosinho. Mas eu diria que você só deveria parar em Santa Cruz se for no verão, caso contrário, passe para ver o calçadão e siga viagem para Monterey!

Monterey: eu sempre tive muita aflição de aquários, achava eles meio sem sentido... Tanto mar nesse mundo, porque manter a vida marinha em aquários. Dito isso, quando me falaram do Monterey Bay Aquarium não me empolguei muito e quase pensei em pular. Porém gostaria de ter lido mais sobre para ter programado mais tempo por lá!!! Olha só como a gente paga com a língua: chegamos lá e fomos surpreendidos por um aquário de ultima geração, imenso, estonteante, incrível. Essas são só algumas das palavras que me vieram à mente! O Aquário é fantástico, aconselho reservar pelo menos umas 3 horas para visitá-lo. Também tente visitar durante a semana pois é um pouco mais calmo e conseguirá aproveitar mais. Aprendi coisas que nunca achei que fosse aprender! Foi demais! Aqui vão as duas coisas que mais amei aprender: primeiro que o aquário tem uma missão de conservar a vida marinha da região, que diga-se de passagem é hiper rica! É um pouco contra-intuitivo, mas além de trazer mais conhecimento aos visitante e inspira-los a conservar os oceanos e a vida marinha, o aquário tem a missão de resgatar animais machucados, tratá-los e reintroduzi-los ao seu habitat. Por essa razão os ecossistemas que fazem parte do aquário tem uma função específica na preparação para reintroduzir os animais. Hiper interessante e amamos entender isso! A segunda coisa que amamos foi conhecer a vida marinha que habita a Costa do Big Sur: isso foi essencial para o dia que passamos em Cambria munidos de um binóculo!!! Enfim, resumindo: o aquário é imperdível!

Big Sur, parte 1: De Monterey seguimos direto para o Big Sur... Esse trecho da estrada é surreal, as curvas são hiper sinuosas, falésias e penhascos sem fim! Enfim um suspiro a cada curva! Existem muitas paradas e mirantes, pode parar em cada um deles: é uma surpresa a cada penhasco! Esses mirantes são sinalizados por placas de “vista point” e muitas vezes as plaquinhas aparecem do nada... Então aproveite! Quem assistiu aquele seriado fantástico da HBO “Big Little Lies” vai se lembrar da Bixby Creek Bridge, que aparece na entrada da série! É maravilhosa e tem alguns pontos para você parar e admirar essa ponte que foi construída em 1932! Outro lugar que nos chamou a atenção foi o Point Sur Light Station, um dos únicos faróis que podem ser visitados nos Estados Unidos: é um grande complexo e os tours duram 3 horas. Depois de muitos “vista points” e muitas milhas, decidimos parar para “almojantar” (almoço + jantar) no Nepenthe! Esse restaurante tem uma vista privilegiada para a costa e vi o por do sol mais surreal de toda a minha vida! Por isso recomendo demais tentar se programar para chegar lá no final do dia! Amamos jantar por lá, ao ar livre, curtindo a vista, foi mágico!


Onde dormimos nessa noite: Glen Oaks
Para quem estranhou, devido ao bloqueio da estrada, pulamos o Carmel nesse dia e deixamos para conhecer a cidade no dia 4 da viagem. Seguimos direto para o Big Sur e foi uma decisão super acertada! Decidimos dormir no meio do Big Sur, num hotel chamado Glen Oaks, absolutamente maravilhoso, ficamos numa cabana fantástica, no meio de uma floresta de Redwoods, árvores gigantes que são parentes das Sequoias, mas mais finas e mais altas! Amamos dormir ali no meio daquela imensidão toda! A nossa Cabin era hiper aconchegante, tinha seu próprio “fire pit” para fazermos marshmallows no fogo que nem nos filmes: amamos! (Para quem quer conhecer outras opções de estadia, aconselho o Ventana Big Sur e o Post Ranch Inn).

Dia 4:

Julia Pfeiffer Burns State Park: acordamos hiper cedinho para conhecer esse parque maravilhoso! De lá pegamos uma trilha bem curtinha que passa embaixo da estrada e nos leva ao mirante para admirar a McWay Falls, uma queda d’água fantástica! Vimos o dia começar por lá e foi mágico! Preste atenção na história do lugar... aliás fica a dica que grande parte dos mirantes tem grandes painéis que contam um monte de fatos interessantes da região, e esse local tem uma história hiper interessante!

Big Sur Roadhouse: voltamos para o hotel Glen Oaks para fazer o checkout e tomar um café da manhã no Big Sur Roadhouse, que é um café/restaurante que faz parte do hotel e fica à beira da estrada (como o próprio nome diz)! O lugar é hiper charmoso e tem um donuts muito muito bom!

17 Mile Drive: de lá seguimos viagem para Carmel, já que no primeiro dia havíamos pulado a cidade charmosinha! Mas antes de nos perdermos pelas vielas de Carmel, aproveitamos para fazer a 17 Mile Drive! Foi demais! É uma estradinha que é tipo uma condomínio/clube/campo de golfe/área de conservação! Enfim um lugar hiper surreal! Ao entrar na 17 Mile Drive, você recebe dos Rangers um mapa hiper detalhado com todos os pontos de interesse do Drive. Diria que o ponto alto é o Lone Cypress, um cipreste que fica sozinho numa pedra à beira do mar. É lindo, contemplativo, te faz pensar... Amamos fazer, é tudo hiper bem sinalizado, o lugar tem casas lindas, os campos de golfe são um show à parte, a praia é também linda!


Carmel: eita cidadezinha fofa! Foi o lugar perfeito para parar o carro, passear a pé e se perder nas vielas. Almoçamos no La Bicyclette, restaurante francês charmosinho e delicia que fica bem no centrinho! Foi uma delicia! A cidade é repleta de lojinhas, restaurantes e cafés! Se não for passar a noite em Carmel, reserve pelo menos umas 3 horinhas para almoçar e curtir a cidade. Antes de pegarmos a estrada, aproveitamos para encher o tanque e parar num café francês chamado Lafayette Bakery, que fica localizado na saída para a estrada. Como eu disse no início do post, devido ao bloqueio da Highway 1, seguimos de Carmel direto para Cambia via a Highway 101/Route 46.


Cambria: sabe aqueles lugares que você não tem nenhuma expectativa?! Foi tipo o aquário... Escolhi passar a noite lá porque achei o hotel hiper bonitinho e com preço bom! Caímos de amores pelo Cambria Beach Lodge: é um hotel boutique, lindinho, na beira da estrada, hiper charmoso, moderninho! Amamos o esquema do hotel, o fato de que eles têm um super mapinha da cidade com todos os pontos legais, o fato de que oferece binóculos e bicicletas, tudo nele foi pensado para ser aconchegante! Amamos! Logo que chegamos convenci o Fred a não se jogar na cama e ir dar uma volta na praia para ver o Por do Sol. Pensei comigo mesma: “se eles têm um binóculo no quarto, deve ter algo de interessante para ser visto na praia!”. E não deu outra: vimos duas famílias especiais, uma de focas e uma de lontras! Foi demais! Como já tínhamos ido ao aquário, tínhamos aprendido um monte sobre as lontras e foi o máximo vê-las em ação! Ficamos um tempão lá, só admirando a Moonstone Beach e a vida marinha rica do lugar! Praticamente vizinho do hotel tem o restaurante Sea Chest Oyster Bar: jantamos lá e foi uma noite muito delicia! O restaurante estava hiper cheio, o bar tinha varias jogos divertidos e ficamos lá bebericando e jogando até nossa mesa ficar pronta. A comida estava muito muito gostosa! Saímos gordinhos e felizes!

Dia 5:

Piedras Blancas State Marine Reserve: antes de sairmos de Cambria aproveitamos para ir conhecer essa reserva ambiental! Foi surreal: é uma praia que serve de casa para uma colônia gigantesca de elefantes marinhos! Você consegue observar eles bem de pertinho (perto o suficiente para sentir o hálito de cada baforada deles)! O binóculo não foi nem necessário... Amamos!

Seguimos viagem em direção à Solvang, mas antes de falar dessa cidade fofa, vou dar uma dica para quem tiver mais tempo que nós. Bem pertinho de Cambria fica a cidade de San Simeon. Lá existe uma mansão que é tão enorme que na real é um castelo. Se tiver chance, faça um tour do local: Hearst Castle. É um mundo à parte... Dizem que o passeio vale super!

Outra dica é parar para admirar o Morro Rock, que fica na cidade de Morro Bay. É lindo!


Solvang: essa cidade é uma aldeia dinamarquesa no meio da Califórnia! Com direito até a uma réplica da famosa sereia que fica em Copenhagen. Almoçamos lá num restaurante chamado Paula's Pancake House: é um diner que tem as melhores panquecas da vida! Amamos ter ido durante a semana, pois dizem que aos finais de semana à espera é hiper longa! Sentamos nas mesinhas da rua, é um restaurante simples, lembra o serviço de um típico “diner” americano. Depois nós demos uma volta, entramos em algumas lojinhas, tomamos um café delicia no café da The Book Loft, e amamos a lojinha de balas dinamarquesas Swedish Candy Store. Fica a dica que o hotel The Landsby é hiper charmoso e pode ser um bom local para passar a noite.

Santa Barbara: Depois desse mini passeio seguimos viagem para Santa Barbara! O caminho para lá é lindo... Atenção para o Lake Cachuma que fica no caminho! Fizemos o check in no hotel que passamos a noite: o The Wayfarer. É um hotel boutique charmosinho que fica bem num pedaço de Santa Barbara chamado de Funky Town. É uma região repleta de novidades, demorei para me entender com a cidade, mas agora estou com vontade de voltar para explorar melhor. Tomamos um porre inesquecível explorando a “Urban Wine Trail”, um roteiro de vinícolas que ficam concentradas no centro da cidade e que podem ser todas visitadas a pé! Achei a ideia brilhante, pois não envolvia ter que pegar um carro! Mal sabia eu que esse seria o fato determinante do meu porre! Conhecemos 3 vinícolas: a Kunin, a DV8 e a Municipal! Saí trançando as pernas, munida de meia dúzia de garrafas de vinho para levar para casa! Foi histórico! Se tiver mais tempo do que nós, recomendo passar 2 dias inteiros para explorar mais a cidade! Por exemplo, a Urban Wine Trail conta com mais de 20 vinícolas! Impossível fazer todas de uma vez! Outra dica incrível é guardar espaço para tomar um café da manhã na Helena Avenue Bakery, um padaria maravilhosa! Além disso, para quem quer cair nas comprinhas, a State Street, que é praticamente o centro comercial da cidade, é repleto de lojas muito boas... Jantamos num lugar da modinha que se chama The Lark: não gostamos, mas não acho que foi culpa do restaurante, acho que foi culpa do nosso porre mesmo. O lugar em si era super descolado, estava lotado, e recomendo para quem gosta de um agito!

Enfim, chegamos agora no último pedaço da viagem, que ficou para o último post que vem na sequência: Los Angeles - City of Stars... Saímos do Big Sur absolutamente apaixonados pelo lugar, pelo clima, pelo astral, por tudo! E o que sinto agora é puro “Wanderlust”: um desejo irrepreensível de viajar de novo para lá!

Sunday, November 26, 2017

I left my heart in San Francisco

Chega de espera e vamos logo falar de San Fran! Eita cidade linda! Saímos de lá apaixonados e segue aqui todas as dicas!!!



Dias 1 e 2: San Francisco

Hotel:

Zephyr >> foi perfeito para o que estávamos procurando: um hotel relativamente novo, confortável, com preço bom e uma localização hiper conveniente para os passeios que fizemos.

Passeios:

Bike de San Fran para Sausalito cruzando a Golden Gate Bridge: alugamos as bicicletas no Blazing Saddles. Eles têm muitas bicicletas de vários tipos e te dão o mapa certinho para o percurso, além do ticket para voltar de ferry de Sausalito, o que é mega prático para quem não pretende voltar pedalando! Passeio absolutamente maravilhoso! Tem um bocado de subidas, mas foi demais! Vimos a Marina Blvd, o Presidio Park, o Crissy Field, o Fort Point (tem uma vista especial para a Golden Gate). Cruzar a Golden Gate de bike é especial demais e vou contar algumas coisas que é importante você saber: leve um casaco apropriado para a época que for fazer o passeio (pode ficar frio de verdade no caminho), se prepare para uma boa subida para chegar no acesso da ponte, tente não parar no meio da ponte (a não ser que tenha espaço no recuo), se prepare pois pode ventar bastante em cima da ponte, e aproveite o passeio! Para quem perguntou, o passeio é tranquilo, diria que 80% dele é feito em ciclovias e faixas para ciclistas, você tem que estar minimamente acostumado a andar de bicicleta e tem algumas subidas no caminho. Depois que cruzar a ponte, o caminho para Sausalito é super bem sinalizado, numa estrada bem tranquila e com espaço para as bikes (não é uma estrada exclusiva para bikes, mas todo mundo respeita e é uma decida tranquila). Em Sausalito aproveitamos para almoçar no Bar Bocce que é um restaurante na beira da baía, tem uma pizza maravilhosa e você pode comer e bebericar na praia! Muito delicia! Voltamos para San Fran de ferry e foi muito delicioso, ganhamos mais fotos maravilhosas da Golden Gate e da Baía de San Fran!

Painted Ladies do Alamo Square: visitamos as casas vitorianas que ficaram conhecidas pela entrada do seriado "Full House", mas que também apareceram e um monte de outros filmes! A praça em si, chamada de Alamo Square, tem uma vista linda para Downtown San Francisco! É o passeio perfeito para o final de tarde, tem um por do sol especial!

Sorvete: em NY tomamos bastante café, mas nessa viagem tivemos muita vontade de tomar sorvete! E para a nossa surpresa descobrimos que San Fran bate NYC nesse quesito! Aqui vão as nossas preferidas: Honey Creme (melhor sorvete "soft serve" da vida e vem com um favo de mel!) e Humphry Slocombe (o sabor "Harvey Milk & Honey" é surreal de bom)!

Alcatraz: quando vim para San Fran pequena a minha mãe achou que esse passeio não era apropriado... Então sempre tive curiosidade! Lembro super dela mostrando o Alcatraz de longe... Primeira dica: se for visitar San Fran já corre para o site deles e compra o ingresso com antecedência. É um passeio hiper concorrido e tem um número limitado de visitantes por dia. Aconselho muito ir no primeiro barco, no horário que eles chamam de "Early Bird": você vai chegar lá e a ilha não estará lotada e vai conseguir aproveitar mais o passeio. Como todo passeio em San Fran, leve um casaco, pois pode ficar friozinho. Ao contrário do que eu achava, não senti uma energia ruim ao visitar o Alcatraz: é um local que tem muita história, muito mais do que eu imaginava, e os Park Rangers estão super preparados para te guiar e contar muitas histórias do local. O seu ingresso te dá direito a um "audio guide" fantástico narrado pelos próprios ex-prisioneiros e carcereiros (na versão em inglês) e tem uma versão em português que me falaram que é ótima. O guia é fantástico, conta muito do local e da sua história! Além dele, eles exibem também um filme muito bom produzido pelo Discovery Channel e que é um ponto de partida fantástico para o passeio. Amamos demais! Demoramos cerca de 2 horas para fazer o passeio. Atenção que o ferry que leva até lá também passa pela baía e te dá de presente uma vista maravilhosa em dias bonitos (San Fran é conhecida pela neblina e clima instável, mas demos muita sorte! Outubro é uma época ótima para visitar tanto San Fran quanto o Big Sur...)!

Ferry Building: essa ainda é a estação aonde alguns ferries atracam, mas o edifício foi todo restaurado e ganhou uma porção de lojas charmosas e restaurantes muito bons! Nós fomos lá especialmente para almoçar no Hog Island Oyster Company, que é um restaurante especializado em ostras e frutos do mar! Foi maravilhoso e pedimos além das ostras uma Chowder maravilhosa!!! Além disso algumas lojinhas que nos chamaram a atenção foram a Heath Ceramics, a Stonehouse California Olive Oil e a The Gardener! Encurtando a história, saímos do Ferry Building super felizes com o que comemos e cheios de sacolas!

Chinatown: outro programa que adoramos foi conhecer Chinatown! Essa é a maior e mais antiga comunidade chinesa estabelecida nos Estados Unidos. É super interessante e você realmente se sente em algum lugar que não SanFran! Aproveitamos para conhecer a Golden Gate Fortune Cookie Factory e foi super divertido descobrir como os famosos biscoitos da sorte são feitos e posso dizer que foram os melhores que já comi!

Go Car Tours: numa tarde ensolarada decidimos alugar um daqueles carrinhos amarelos que vimos pela cidade! Foi um dos passeios mais divertidos que fizemos na vida! Dirigimos até a Golden Gate e depois andamos pela cidade até a famosa Lombard Street (aquela ruela famosa cheia de curvas!)! Foi super divertido descer ela com o Go Car! Você precisa ter uma carteira de motorista válida (pode ser a brasileira mesmo) e ser maior de 21 anos para poder alugar. Recomendamos demais!

Cable Car: não tem jeito, ir à SanFran e não andar de Cable Car, é o mesmo que ir para o Rio de Janeiro e não ver o Cristo! Demoramos um tempo para entender como eles funcionam e a diferença entre eles e os Streetcars. Basicamente os Streetcars são similares aos ônibus elétricos que existiam em algumas grandes cidades brasileiras. Os Streetcars são um meio de transporte realmente usado no dia a dia de quem mora na cidade. Já os charmosos Cable Cars são uma real atração turística, foram inventados na cidade em 1873 e são realmente “puxados” por cabos que circulam no subsolo. Aconselho muito vocês começarem o passeio pelo San Francisco Cable Car Museum que além de ser hiper interessante é de graça! Aprendemos tudo sobre eles e o nosso passeio de Cablecar depois ficou ainda mais interessante. O bilhete para andar neles custa 7 dólares e pode ser pago ao cobrador em dinheiro. Quando pegar o Cable Car não se assuste se tiver que ficar pendurado do lado de fora! É normal e super divertido!

Battery Spencer & Marin Headlands: admiramos a Golden Bridge de diversos ângulos e locais diferentes! Mas no último dia não resistimos e fomos visitar o Battery Spencer que é um dos mirantes que tem vista para a Baía e para a ponte! Fomos de carro, mas dá para chegar lá de bicicleta! A vista é surreal e se você tiver sorte pode ver a baía toda de lá (lembra da neblina que é super comum né...). 



Restaurantes: vocês sabem que o que mais amo na vida é comer! Então aqui vai um compilado do que amamos e também algumas outras boas indicações!

Frances (3870 17th Street - Castro - 415.621.3870): amamos demais jantar nesse restaurante no Castro! Hiper charmoso e a comida estava maravilhosa. Perfeito para um date night! A Chef dele tem mais um restaurante que se chama Octavia e que dizem ser maravilhoso também!

Hog Island Oyster (1 Ferry Blvd. 11a - The Embarcadero - 415.391.7117 - no reservations): contei sobre ele antes nesse post já... Amamos!

Boudin Bakery (160 Jefferson Street): essa “padaria” lembra muito as brasileiras, coisa rara aqui nos Estados Unidos. A especialidade é o Sourdough (uma espécie de pão italiano se for comparar com algo comum no Brasil). Recomendo demais o French Toast de Sourdough!

Omakase (665 Townsend St - 415.865.0633): eu já sabia que os restaurantes japoneses da Costa Oeste eram especiais e esse foi o melhor restaurante japonês que comi na vida! Prepare o bolso, o menu só é servido da maneira que o próprio nome diz: Omakase (que quer dizer literalmente “confie no chefe”, ou seja, menu degustação)! Fantástico!

Tivémos pouquíssimo tempo e não conseguimos provar tudo o que gostaríamos. Aqui vão mais alguns que gostaríamos de ter ido, quem sabe vocês conseguem conhecer:
Cafés & Sorvete: Jane on FillmoreTartine BakeryMr Holmes BakehouseMitchell's Ice-cream
Restaurantes para jantar: Leo's Oyster BarIzakaya RintaroOzumoPresidio Social ClubSons & Daughters, Saison
Lugares tranquilos para almoço: Tacolicious, The Tipsy Pig

Saturday, November 11, 2017

California here we go!


Há muitos anos meu marido e eu sonhávamos com uma viagem de carro conversível pela Califórnia! Temos ainda uma lista extensa de lugares que queremos conhecer por aqui, mas posso dizer que essa foi uma viagem absolutamente incrível! Começamos em San Francisco e dirigimos até Los Angeles! Tem tantos lugares maravilhosos que passamos que vai ser difícil descrever em palavras o quanto aproveitamos! Existe muito mais para ser visto, mas vou começar a passar por aqui um resumo do que fizemos! Assim fica a base para quem quiser aprofundar...

Eu vou dividir os posts em 3, de acordo com as regiões que visitamos, então fiquem atentos aos próximos posts.

Dias 1 e 2: San Francisco

Dias 3 a 5: Big Sur

Dias 6 e 7: Los Angeles

Esse roteiro pode ser organizado de muitas formas, mas já aviso que passar os 7 dias é o mínimo para conseguir aproveitar minimamente os lugares aonde vão passar. Diria que talvez o ideal seria fazer em 10 ou 15 dias.

Vou já aproveitar para deixar aqui a informação da empresa que usamos para alugar o carro porque gostamos muito! Só pegamos o carro no dia 3 e ficamos com ele até a chegada em Los Angeles no dia 6. Foram 4 dias de aluguel e escolhemos a Sixt porque eles tinham carros melhores, uma localização perfeita próxima dos dois hotéis tanto no dia da retirada em SanFran quando no dia da devolução em Los Angeles. Sem contar o preço imbatível: pegamos uma BMW conversível por um preço melhor que os carros medianos da Hertz ou Avis! Então fica a dica...

Fiquem ligados que nos próximos dias vou publicar os roteiros detalhados da viagem!

Monday, September 4, 2017

My kind of town, Chicago is


My kind of town, Chicago is… Voltei de viagem apaixonada por essa cidade! Sempre me disseram que Chicago era incrivel, que eu tinha que conhecer, e que em algumas coisas era melhor bem que NYC... E sim, concordo com tudo o que me disseram e gostei muito de ter visitado essa cidade linda (e limpa!!! O contraste com NYC nesse sentido chamou minha atenção)! Eu escolhi visitar no fim do verão para poder aproveitar os programas ao ar livre e foi uma ótima escolha. Como vocês bem sabem eu não tenho o menor medo do frio e amo o inverno, mas acho que se fosse recomendar para alguém que nunca visitou Chicago não recomendaria o inverno pois ele pode ser bem cruel. Ficamos na cidade apenas 3 dias e diria que para conhecer a cidade por inteiro com calma, 4 ou 5 dias são suficientes. O centro da cidade é relativamente pequeno, dá para fazer tudo a pé, e para os programas que ficam mais afastados usamos uber ou metro. É muito fácil se localizar na cidade!

Vou passar aqui as dicas do que fizémos e também as dicas que nos passaram e não conseguimos aproveitar por causa da falta de tempo. Acho que para quem conhece NYC super bem e quer testar um outro centro urbano, Chicago é uma super opção pois oferece excelentes restaurantes, uma arquitetura incrível, passeios muito divertidos, e tem até peças incríveis da Broadway em cartaz na cidade (Hamilton e Alladin por exemplo). Bom aqui vão as dicas:

Hotel: ficamos hospedados no Chicago Athletic Association e amamos! O hotel tem um bom custo beneficio e uma localização imbatível, ficando extremamente proximo das melhores atrações! O prédio do hotel era literalmentea casa de um clube esportivo de mesmo nome, e  foi totalmente restaurado e reaproveitado para um novo uso (aliás reaproveitamento de espaços é uma palavra chave na cidade, falo disso mais para frente). A restauração ficou maravilhosa e o hotel é muito bom, os quartos são lindos e até o nosso quarto que era o mais simples era espaçoso. Destaque para as opções de entretenimento no próprio hotel que conta com 4 restaurantes, 2 coffee shops, 2 bares, todos incriveis. Falo de todos os que aproveitamos mais para frente.


Passeios: Chicago é uma cidade hiper rica culturalmente e tem passeios maravilhosos! A arquitetura da cidade é maravilhosa e merece um destaque absoluto no nosso roteiro! Eu recomento demais fazer o passeio de barco no canal que é maravilhoso para quem gosta dde arquitetura e quer entender mais sobre a história da cidade do ponto de vista arquitetônico. Existem algumas companhias que oferecem esse passeio, mas o melhor de todos e único que indico é o da Chicago Architecture Foundation: foi absolutamente maravilhoso! Diria até que esse passeio mudou o nosso ponto de vista da cidade e enriqueceu a nossa estadia na cidade, então faria ele no primeiro dia, de preferência de dia para conseguir enxergar a riqueza de detalhes.

Não conseguimos aproveitar por pura falta de tempo, mas que quer ir um passo além, deixo a dica da minha amiga Betina do guia “Off the Map Architectural Excursions”, que oferece além do tour do centro da cidade, um tour inc’rivel da região de Hyde Park, bairro que tem casas incriveis de arquitetos como Frank Lloyd Wright (vulgo, o arquiteto que fez o conhecido prédio do Guggenheim Museum em NYC). Além disso, me recomendaram também outros 2 tours super interessantes organizados pelo Chicago Elevated, que tem dois tours super diferentes do centro: o tour do Pedway, que é a cidade subterrânea, e  um tour de Binóculo, idéia fantástica para os amantes de arquitetura que vão amar conhecer os detalhes dos prédios!!

Chicago é também uma cidade incrível para quem gosta de esportes. Fomos a um jogo de baseball do Cubs (time amado na cidade e que tem uma torcida apaixonada) no Wrigley Field! Foi uma experiencia maravilhosa, o estádio é pequeno e te dá uma sensação de estar ali no campo com os jogadores!

A cidade é hiper plana e a “orla” do Lake Michigan tem uma ciclovia maravilhosa! Chicago conta com um sistema compartilhado de bicicletas, as Divvy Bikes, que estão por toda parte, e pegamos uma delas para passear na ciclovia! Foi uma manhã maravilhosa, hiper divertida, e você terá a chance de ver a vista maravilhosa do centro da cidade! Enfim, imperdível!

Falando em Arte, outro passeio imperdível é o Art Institute of Chicago, que tem um dos melhores acervos do mundo e é maravilhoso! Atenção para a galeria impressionista que não deixa nada a dever para o MET em NYC, e também para a galeria modernista que fica na ala nova do museu e é também incrível! Recomendo comprar ingressos antes para evitar filas, aliás o mesmo vale para quase todas as atrações da cidade. Vale destacar que Chicago é uma cidade que investiu bastante em trabalhos de arte de grandes dimensões em espaços públicos, são mais de 500 obras expostas por toda a cidade! Com destaque para o The Picasso, o Cloud Gate do Anish Kapoor, a Crown Fountain do Jaume Plensa, o Flamingo do Alexander Calder. Aqui nesse link tem um guia completo com todas as obras.

Aproveitando que falei em filas, não deixe de visitar oSkydeck, que fica na Willis Tower (antiga Sears Tower). Apesar de não ser mais o edificio mais alto do mundo, ele é o segundo dos Estados Unidos perdendo apenas para o One World Trade Center em NYC. A vista é fenomenal e a experiência de pisar numa caixa de vidro (detalhe para o chão de vidro) é surreal! As filas são absurdas, então recomendo demais comprarem o fast pass. Existe também a Hancock Tower, que também conta com um observatório na cidade, chamado de 360 Chicago. Mas a melhor dica talvez (mas que não tivémos tempo de checar) é visitar o Signature Lounge (que fica na Hancock Tower e tem uma vista incrível!).


Restaurantes: a cena gastronomica da cidade é hiper excitante e uma das melhores coisas de Chicago. Acho que para conhecer tudo o que queria, teria que ter feito 20 refeicões por dia! Os restaurantes são concorridos, recomendo fazer revervas quando possível. Jantamos no Elske e no RoisterAmbos oferecem menus degustação além do tradicional menu a la carte. Sobre o Elske, o menu é escandinavo e a comida é maravilhosa! Se estiver uma noite agradável ele tem um pátio externo muito gostoso que recomendamos bastante. Sobre o Roister, o restaurante é o mais despojado dentre todos os restaurantes do grupo Alinea, e a grande graça é fazer a reserva para sentar no Hearth (que é a cozinha/churrasqueira) para poder ver toda a ação da cozinha. Tomamos brunch em dois restaurantes que também amamos: o primeiro foi no Longman and Eagle que fica em Logan Square e é super descolado (hipster até diria...)! A espera pode ser chatinha, mas na parte de trás do restaurante eles tem um café que serve donuts maravilhosos! O segundo foi no Beatrix, fomos na unidade de Fulton Market e saímos de lá rolando de tanto que comemos!!! Atenção para a Dutch Baby Pancake que é de comer ajoelhado, e para as Mimosas com suco de morango! (Levamos um cookie de nutela do beatrix para comer no avião e nem preciso dizer que estava surreal né?!?). Almoçamos um dia no Cindy’s Rooftop (que fica no hotel em que ficamos), diria que é um lugar ótimo para tomar uns drinks no verão porque a vista é fantástica, mas a fila para quem não é hóspede pode ser enorme, então lembre disso para planejar de acordo. 

Segue aqui uma lista de todos os outros lugares que nos recomendaram e que não tivémos chance de provar. Aconselho entrar nos links para checar menus e fazer as suas escolhas, mas todas as dicas são de confiança então pode confiar. Vou colocar aqui todos os links por ordem alfabética para facilitar: Alinea ;Arts Club Cafe Au Cheval ; Avec ; Cellar Door Provisions ; Doughnut Vault ; Giant ; Girl and the Goat ; Kitsune ; Little Goat Diner ; Mi Tocaya Antojería ;  Monteverde ; Next ; Publican ; Smyth and the Loyalist ; The Allis ; The Hampton Social.

Bares: acreditem se quiser, além de tudo o que fizémos ainda tivémos a chance de conhecer 2 bares na cidade! O The Milk Room fica dentro do nosso hotel, e é um speakeasy (bar que fica escondido e celebra a era da Prohibition) que tem apenas 8 lugares, por isso é essencial se fazer uma reserva. O bar é bastante especial, conta com uma carta de bebidas alcoólicas vintage fantástica e os barman’s são muito muito bons! Já o segundo bar é mais uma invenção Grupo Alinea, funciona como um lounge aonde drinks hiper criativos são servidos, meio que no espirito da restaurante principal (o Alinea apareceu na primeira temporada de Chef’s Table). Chamado The Aviary, não fez muito o nosso estilo, achei a apresentação dos drinks fantástica, mas o gosto duvidoso. Enfim, o bar é bastante famoso e vai abrir logo mais em NY. Falando em NY antes de viajarmos visitamos o Speakeasy do mesmo grupo, chamado The Office, e recomendamos demais o de Chicago: no mesmo estilo do The Milk Room, é um bar mais clássico que conta com uma carta de bebidas vintage e é fantástico. Atenção, os 3 bares que mencionei precisam de reserva.